Nos becos da Cidade
a aflição impera, entre
latas de lixo vejo homens,
mulheres e crianças
amontoadas, largadas
pela sociedade demente,
um choro, um lamento,
a fome aparente, em busca
de uma solução, a dor dessa gente
lançados no chão, de uma vida bandida,
lagrimas, tormentos, escravos do tempo,
humanidade egoista, maldita,
que não ouve o eco
dos gritos silenciosos
de um irmão que chora,
um pranto sem hora,
que sente e que busca
com fé nessa luta,
de ser entendido
"gente como a gente"
"filhos do mundo"
sem querer e querendo
"filhos do mundo"
sem querer e querendo
um carinho somente.
Autora Andrea Ferreira
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